Na Ilha Chamada Triste

 

J. T. Parreira contabiliza já mais de quatro décadas de singular produção poética. Considero suas poesias um tecelão pela habilidade do bardo em utilizar-se dos átomos-palavras, e recriá-los enquanto tecido, matéria-prima para formar poemas que por diversas vezes chegam àquele cume ideal que se convencionou chamar poesia maior. E além de mestre da tecelagem, o poeta fez-se também mestre do corte, verdadeiro alfaiate ao dar-lhe (ao verso) a justa forma, com a maestria da concisão, que é tantas vezes o ouro da poesia. E poesia, riquíssima em suas nuances de significado e sonoridade, é o que o leitor encontrará aqui.

Créditos: Poesias Evangélica

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