Estudo no livro de Esdras

Com a queda de Nínive, a arrogante capital do Império Assírio, em 606 ou 605 A. C., império que foi o terror dos povos fracos por mais de 200 anos, estava aberto o caminho para uma nova era, de mais liberdade e compreensão entre os povos vencidos e vencedores. Por anos vinham os povos oprimidos procurando livrar-se da Assíria. Estamos lembrados da embaixada babilônica que veio a Jerusalém, por ocasião da doença de Ezequias, para saber como ia, mas Isaías, vendo as coisas ao longe, não gostou da vinda do grupo mandado por Nabopolassar, reisete de Babilônia, súdito da Assíria. A trama estava bem ordenada. Nabopolassar, de Babilônia, junto com Ciáxares, da Média, cercaram a valente cidade, que, depois de um cerco, caiu, com ela ruindo o mais famoso império em crueldades entre todos que conhecemos.

Em 605 morre Nabopolassar e sobe ao trono de Babilônia, o grande Nabucodonozor, que haveria de destruir o Reino de Judá. Estava aberta a porta para uma outra era não muito melhor, porém menos sanguinária que a anterior. Tudo que atualmente se sabe da famosa capital assíria, além do que a Bíblia nos ensina, devemo-lo à Arqueologia, que já desenterrou os palácios de Senaqueribe, Tiglate-Pileser e Assurbanipal, o último monarca, que, antes de cair com a sua cidade, colecionou tudo que havia da história antiga de sua cidade e de outros povos. Hoje o estudante de história e da Bíblia pode tomar conhecimento do que foram a grande capital e suas conquistas. Alguns dos seus relatos suplantam o que a Bíblia diz, pois entram em detalhes que a mesma Bíblia omite.

Créditos: Emanuence digital

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