Deus mandou matar? – Stanley Gundry [Tradução]

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DEUS MANDOU MATAR?: 4 pontos de vista sobre o genocídio cananeu.

Há continuidade ou não entre o conceito de guerra santa do Antigo Testamento e os princípios éticos do Novo Testamento?
Servimos ao Senhor dos Exércitos ou ao Príncipe da Paz ? ou Deus é ambos?
De que maneira nossas ações deveriam refletir o caráter divino nestes tempos perigosos?

O atentado em 11 de setembro de 2001 chamou a atenção para a dura realidade da jihad. Entretanto, a guerra santa não é nova, nem é invenção do islamismo. O Antigo Testamento registra o genocídio cananeu em nome de Yahweh. Como harmonizar isto com os ensinos de Jesus que nos ordenam amar nossos inimigos e vencer o mal com o bem? Se nossa teologia gera seu fruto em nosso procedimento como cristãos, não podemos ignorar a questão da violência na Bíblia

A obra “Deus mandou matar?: 4 pontos de vista sobre o genocídio cananeu” possui uma singularidade ímpar e traz temas polêmicos e contemporâneos, o que faz dela uma riquíssima literatura para a compreensão e desafios da teologia moderna.

O editor Stanley Gundry organizou quatro análises sobre a concepção do genocídio cananeu no Velho Testamento, seus argumentos e implicações existentes. Descontinuidade Radical, Descontinuidade Moderada, Continuidade Escatológica e Continuidade Espiritual são visões defendidas e debatidas por professores norte-americanos de Teologia do Antigo Testamento, de Exegese e Hermenêutica, ou seja, há relevância e muita propriedade entre as teses desenvolvidas.

Gundry foi muito coerente na organização dos textos dos expositores, pois por ser um assunto polêmico, acertadamente ele não emite valores e opiniões. Ao contrário, estabelece algo que faz do livro uma obra inovadora: as réplicas. Além dos argumentos dos quatro pontos de vista, há um debate entre os textos principais e cada autor problematiza, concorda, questiona os olhares de cada um, tornando a obra muito mais interessante e enriquecedor.

É louvável o respeito entre ambos e perceptível o confronto de idéias e não entre as pessoas. Elogio quanto à forma, os métodos, a imparcialidade do editor, as réplicas e abordagens dos autores que contemplam o livro. Muito importante ver vários posicionamentos de um tema tão polêmico para que se tenha uma reflexão das idéias apresentadas e com certeza, você leitor, terá uma possível formulação de opinião bem fundamentada e sem alienações.

Escritos por quatro eruditos, os pontos de vista apresentados nesta obra provocante permitem que o leitor compare as perspectivas distintas acerca da guerra santa, do juízo divino e do uso da força bruta, a fim de chegar às suas próprias conclusões em relação ao que a Bíblia ensina. O desafio está feito!

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