Confissão de um Peregrino para Entender a Eleição e o Livre-arbítrio

Confissão de um Peregrino não defende a interpretação que dá margem para o homem salvar a si mesmo, nem uma explicação que faz dele um boneco inanimado, sem vontade própria.

Fora do tabernáculo de Deus, é preciso apelar para a própria responsabilidade (da pessoa). Mas, quando dentro, é preciso apontar para a multiforme graça de Deus.

Por meio de todos os objetos do tabernáculo, o Senhor nos mostra que ele nos salva. No altar, foi Ele que morreu por nós. Na bacia, foi Ele que nos lavou os pés. Como o candelabro, é Ele que ilumina nosso caminho. Na mesa, é Ele que nos providencia uma refeição celestial durante nossa peregrinação. No altar de incenso, é Ele que ora para que a nossa fé não desfaleça. Na arca da aliança é Ele que nos abraça e recebe.

Créditos: Kléber

↓Download

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *