J. T. Parreira Arquivo

Na Ilha Chamada Triste

  J. T. Parreira contabiliza já mais de quatro décadas de singular produção poética. Considero suas poesias um tecelão pela habilidade do bardo em utilizar-se dos átomos-palavras, e recriá-los enquanto tecido, matéria-prima para formar poemas que por diversas vezes chegam àquele cume ideal que

Quando eu era menino lia o Salmo oitavo

  Esses 28 poemas, escritos entre fins de 2011 e início de 2012, o vate português dá provas de seu dom de ampliar, ou melhor dito, alar as palavras, trabalhando os temas bíblicos, reafirmando poeticamente sua transcendência divina, ao recapturar e revestir o que