A Perpetuidade da Lei de Deus

Trecho: É dito que aquele que compreende os dois Pactos é um teólogo, e isto é, sem dúvida, verdadeiro. Posso também afirmar que o homem conhecedor das posições relativas da Lei e do Evangelho possui as chaves da situação no que diz respeito à doutrina. O relacionamento da Lei comigo e como ela me condena; o relacionamento do Evangelho comigo e como ele, se sou um crente, me justifica – são dois pontos que todo cristão deveria entender com clareza. Neste aspecto, ele não deve enxergar “homens andando como árvores”, senão poderá causar a si mesmo grande angústia e cair em erros dolorosos ao seu coração e prejudiciais à sua vida. Fazer confusão entre a Lei e o Evangelho é ensinar algo que não é Lei nem Evangelho, mas o oposto de ambos. Que o Espírito de Deus seja o nosso mestre e Sua Palavra nosso livro de lições, e assim não nos enganaremos.

Grandes erros têm sido cometidos com respeito à Lei. Não muito tempo atrás houve aqueles perto de nós afirmando que a lei está totalmente anulada e abolida. Ensinaram abertamente que os crentes não tinham o compromisso de tomar a Lei moral como regra de suas vidas. O que teria sido pecado em outros homens não foi considerado pecado neles. Que Deus nos livre de tal Antinomianismo! Não estamos sob a Lei como o meio de salvação, mas nos deleitamos em vê-la na mão de Cristo e desejamos obedecer ao Senhor em todas as coisas.

Créditos: Projeto Spurgeon

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